Um dos maiores restaurantes de Dubaí “Le Petit Chef”

Reprodução/Internet

Gosto de deixar bem explícito o meu amor por viajar. Viagens são como escolas para mim. Independentemente do destino e de quantas vezes já fui para determinado lugar, a cada viagem aprendo e me surpreendo muito, seja por meio da língua, da cultura ou da gastronomia local. Vivo buscando experiências diferenciadas ao redor do mundo na intenção de vivenciá-las e, em seguida, quebrá-las de uma forma na qual o que mais tocou o meu coração se transforme em conteúdo relevante para outras pessoas.

Estive em Dubai e participei de um verdadeiro show gastronômico – uma das ocasiões mais impressionantes e incríveis que já vi – chamado Dinner Time Stories. O conceito criado é completamente diferente do conceito de um restaurante comum: em uma sala quase às escuras, a única coisa que se vê sobre a mesa, além dos copos, são livros com páginas, até então, em branco. Mas, quando a experiência começa e abrimos os livros, através de uma tecnologia visual de mapeamento 3D feita por projetores fixados no teto, somos apresentados ao Le Petit Chef, o menor chef de cozinha do mundo que, com um divertido sotaque francês, embarca em uma aventura cheia de façanhas culinárias seguindo a rota do Marco Polo. Suas lutas com os vegetais grandes que ele arrasta em cada prato e o pássaro que serve como seu meio de transporte ao longo da sua jornada são divertidos e você se apaixona pelo chef, que é bastante propenso a acidentes.

Com técnicas de ilusão de ótica animadas, o pequeno chef cozinha sobre a mesa em que todos os participantes estão sentados e são servidos seis diferentes pratos que remetem à culinária das regiões visitadas pelo lendário viajante. A apresentação de cada prato também é fantástica, com surpresas, aromas, ingredientes e sabores únicos. O clima, a música e a decoração mudam de acordo com os capítulos da história projetada pelo mapeamento 3D, um verdadeiro espetáculo que aguça os cinco sentidos ao unir tecnologia com criatividade.

Normalmente, durante programas gastronômicos, construímos nossa história em torno da comida, e não o contrário. À medida que saboreamos a refeição, o conteúdo de nossas conversas é alvo para divertir e entreter as outras pessoas na mesa. Já, na experiência do Dinner Time Stories, a mesa se torna a tela que ganha vida com histórias magníficas, levando todos os participantes a um mundo de fantasias.

Os “shows” passam por diversas cidades como Dubai, Londres, Cairo, Istambul, Toronto, Kuwait e Lisboa. Através do site oficial (http://www.dinnertimestory.com) é possível saber as datas que estão disponíveis para reserva. Esse jantar foi por si só uma viagem dentro da minha viagem. No Dinner Time Stories vivenciei um conceito diferenciado que está totalmente conectado ao conceito do futuro que já existe, e que proporcionou a refeição mais inovadora da minha vida.

Ao compartilhar histórias da própria vida, de amigos e das pessoas que sempre a inspiraram, Elizabeth Gilbert reflete sobre o que significa vida criativa. Segundo ela, ser criativo não é apenas se dedicar profissional ou exclusivamente às artes: uma vida criativa é aquela motivada pela curiosidade. Uma vida sem medo, um ato de coragem. A partir de uma perspectiva única, Grande Magia nos mostra como abraçar essa curiosidade e nos entregar àquilo que mais amamos. Escrever um livro, encontrar novas formas de lidar com as partes mais difíceis do trabalho, embarcar de vez em um sonho sempre adiado ou simplesmente acrescentar paixão à vida cotidiana. Com profunda empatia e generosidade, Elizabeth Gilbert oferece poderosos insights sobre a misteriosa natureza da inspiração.

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