Do 7º lugar ao Top 3: o Brasil que empreende com alma feminina

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O Brasil ocupa hoje o 7º lugar no ranking mundial de empreendedorismo feminino, uma posição que carrega orgulho, mas também o convite à reflexão. Estamos avançando, sim, mas ainda há um longo caminho para que as mulheres tenham as mesmas oportunidades, o mesmo acesso e a mesma visibilidade que os homens no mundo dos negócios.

Por trás desse número, há histórias de superação silenciosa. São mulheres que empreendem com o que têm, transformando desafios em movimento. Empresárias que começam na sala de casa, que cuidam dos filhos enquanto lideram equipes, que equilibram boletos e sonhos, prazos e expectativas, tudo isso sem abrir mão do propósito de gerar impacto. O que esses dados não mostram é o peso do invisível: a dupla jornada, a falta de crédito, a ausência de políticas de apoio reais, e o quanto ainda precisamos reconhecer o papel do cuidado como um valor econômico e social. A economia do cuidado, aquela que coloca o bem-estar, a empatia e a colaboração no centro das relações, é a base de um novo modelo de prosperidade. Um modelo onde o sucesso não se mede apenas por lucro, mas pelo quanto ele transforma vidas e comunidades.

Por isso, o nosso objetivo não é apenas técnico ou estatístico. Levar o Brasil ao Top 3 mundial no empreendedorismo feminino é um movimento de consciência coletiva. É sobre criar condições para que mais mulheres possam empreender com liberdade, com rede, com suporte, e não sozinhas. É sobre construir uma estrutura que acolha, educa e potencializa.

Chegar lá significa:

  • Investir em educação empreendedora, para que as empresárias aprendam a crescer de forma estratégica e sustentável.
  • Fortalecer redes de colaboração, para que uma mulher não precise mais abrir caminho sozinha.
  • Valorizar a economia do cuidado, porque o ato de cuidar, seja de si, da equipe, do cliente, da sociedade, é um dos pilares da inovação contemporânea.
  • Na EBEM, acreditamos que o futuro dos negócios brasileiros será escrito com a energia feminina da criação, da intuição e da estratégia.

Mulheres que unem força e leveza, razão e propósito, lucro e legado. Elas não querem apenas ocupar o mercado, querem transformá-lo.

E quando esse movimento se expande, algo maior acontece: as empresas crescem, a economia se humaniza, e o Brasil inteiro avança junto. O 7º lugar é só o começo. Porque quando mulheres se unem, compartilham conhecimento e constroem com propósito, não há ranking que nos limite, há um futuro inteiro para lapidar.

Com propósito e visão,

Tatyane Luncah

Idealizadora, professora de empresárias e CEO da EBEM – Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino

@tatyaneluncah @ebemoficial

Bora lapidar o Brasil?