OZÔNIO – É bom para tudo e não faz mal para nada

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Considerado uma das principais autoridades sobre o ozônio medicinal, Dr. Shallenberger tem feito um traba­lho importante para apoiar a hipótese de que o ozônio tem efeitos positivos sobre a AIDS. Esse profissional trata com sucesso pacientes com ozônio médico por meio da Autohemoterapia Maior. Os treze efeitos fisiológicos são listados abaixo, acompanhados por uma breve explicação.

1 – O ozônio estimula a produção de glóbulos brancos. Essas células protegem o corpo contra vírus, bactérias, fungos e câncer. Desprovidas de oxigênio, tais células funcionam de forma ineficiente. Eles não conseguem eliminar os invasores e até mesmo se voltam contra as células saudáveis normais (reações alérgicas). O ozônio aumenta significativamente os níveis de oxigênio no sangue por longos períodos, após a administração do ozônio. Como resultado, alergias têm a tendência a tornar-se menos sensíveis.

2 – Os níveis de interferon são significativamente aumentados. Os interferons são proteínas globulares. Todos os aspectos do sistema imune são orquestrados pelos interferons. Alguns deles são produzidos por células infectadas por vírus. Esses interferons sinalizam as células vizinhas, saudáveis da probabilidade de infecção. De modo mais simples, os interferons inibem a replicação viral. Outros interferons são produzidos nos músculos, tecido conjuntivo e pelos glóbulos brancos. Níveis de interferons gama podem ser elevados de 400 a 900% sob a ação do ozônio. Esses interferons estão envolvidos no controle de células fagocíticas, que englobam e matam agentes patogênicos e células anormais. Os interferons são aprovados pela FDA para o tratamento da hepatite B crônica e C, verrugas genitais (causadas por papilomavírus, leucemia de células pilosas, sarcoma de Karposi, esclerose múltipla recidivante e doença granulomatosa crônica. Por Papillomavirus), leucemia mieloide crônica, leucemia, linfoma não-Hodgkin, tumores de cólon, tumores de rim, câncer de bexiga, melanoma maligno, carcinoma basocelular e leishmaniose. Embora os níveis induzidos pelo ozônio permaneçam seguros, os níveis de interferon que são aprovados pela FDA e em ensaios clínicos são extremamente tóxicos.

Ilustrativa

3 – O ozônio estimula a produção do fator de necrose tumoral. O TNF-α é produzido pelo corpo quando um tumor está crescendo. Quanto maior a massa do tumor, mais fator de necrose tumoral é produzido (até um determinado ponto). Quando um tumor se tornou metastático, as células cancerosas estão se rompendo e sendo levadas pelo sangue e pela linfa. Isso permite que o tumor se instale em outro lugar do corpo; ou, em outras palavras, divide sua força. Estas células cancerosas solitárias têm pouca chance de crescer devido ao TNF-α produzido para inibir o tumor original. Quando o tumor é removido cirurgicamente, os níveis de TNF-α caem drasticamente e novos tumores surgem de tecidos aparentemente saudáveis.

4 – O ozônio estimula a secreção de Interleucina-2 (IL-2). Interleucina-2 é uma das pedras angulares do sistema imunológico. É secretado por T-helpers. Em um processo conhecido como autoestimulação, a IL-2 liga-se então a um receptor no auxiliar T e faz com que produza mais IL-2. Seu principal dever é induzir linfócitos para se diferenciar e proliferar, produzindo mais T-helpers, e diversas células do sistema imune.

5 – O ozônio mata a maioria das bactérias em baixas concentrações. O metabolismo da maioria das bactérias é, em média, um décimo sétimo tão eficiente quanto o nosso. Por essa razão, a maioria não pode se dar ao luxo de produzir enzimas antioxidantes descartáveis, como a catalase. Muito poucos tipos de bactérias podem viver em um ambiente composto de mais de dois por cento de ozônio.

6 – O ozônio é eficaz contra todos os tipos de fungos. Isso inclui candida albicans, pé de atleta, leveduras e muito mais.

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7 – O ozônio combate os vírus de várias maneiras. Como discutido acima, o ozônio também vai diretamente em busca das partículas virais. A parte do vírus mais sensível à oxidação é a “estrutura reprodutiva”. É assim que os virions entram na célula. Com esta estrutura inativada, o vírus é essencialmente “morto”. Células já infectadas têm uma fraqueza natural ao ozônio. Devido à carga metabólica da infecção, as células não podem mais produzir as enzimas necessárias para lidar com o ozônio e reparar a célula.

8 – O ozônio é antineoplásico. Isso significa que o ozônio inibe o crescimento de tecido novo, porque as células que se dividem rapidamente deslocam suas prioridades longe de produzirem as enzimas necessárias para pro­tegerem-se do ozônio. Células cancerosas dividem-se rapidamente, mas as células são inibidas pelo ozônio.

9-  O ozônio oxida a placa arterial. Ele quebra a placa envolvida em ambos os casos, arterioscle­rose e aterosclerose. Isto significa que o ozônio tem uma tendência para eliminar obstruções de grandes e também de menores vasos. Isso permite melhor oxigenação dos tecidos em órgãos deficientes.

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10 – O ozônio aumenta a flexibilidade e a elasticidade dos glóbulos vermelhos. O glóbulo vermelho visto por microscópio tem o aspecto de um disco. Nos capilares, esses glóbulos pegam (pulmões) e liberam oxigênio (tecido), e esses discos se estendem para fora, na forma de um oval ou de guarda-chuva. Isso ajuda a sua passagem através dos pequenos vasos e torna a troca de gás mais eficiente. O aumento da flexibilidade dos RBCs permite que os níveis de oxigênio permaneçam elevados durante dias, mesmo semanas, após o tratamento com ozônio.

11- O ozônio acelera o ciclo do ácido cítrico. Também conhecido como ciclo de Kreb ou ciclo de TCA, este é um passo muito importante na glicólise de carboidratos para a energia. Isso ocorre na mito­côndria da célula. A maior parte da energia arma­zenada na glicose (açúcar) é convertida nessa via.

12- O ozônio torna o sistema de enzimas antioxi­dantes mais eficiente.

13 – O ozônio degrada derivados de petróleo como para­benos e muitos outros. Tais produtos químicos têm potencial para colocar uma grande carga sobre o sistema imunológico. Eles também pioram e até mesmo causam alergias, entre outros prejuízos que causam à saúde.

Veja o vídeo: “Frank Shallenberger: 40 anos usando ozônio medicinal para consertar quase tudo”

 

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