Melhor época do ano

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Todo golfista veterano sabe que a melhor época de praticar o golfe, é na primavera e no outono. As temperaturas médias amenas e o belo visual dos campos, dão ao jogo maior prazer e melhores condições de sua prática. E no caso da primavera no hemisfério norte, em especial nos Estados Unidos é tempo dos grandes torneios como os majors US OPEN e o Masters. Com a pandemia do convid há 14 meses entre nós, o grande público de brasileiros que anualmente aproveitava para assistir esses torneios e curtir jogos em campos americanos, tem que ficar aqui praticando o seu esporte preferido no nosso outono. Aqui para os praticantes que jogam muito cedo, o que um veterano mestre do golfe chama de “os caras que acordam os quero-quero” encontram nos campos do sul do país, momentos muito bonitos onde o sol que começa aparecer se mistura com a neblina do amanhecer, criando um landscape sensacional. Vejam a seguir fotos tiradas recentemente, enviadas pelo head pro Mauricio, com o pessoal do horário de saída das 7:00 (tee time) no clube Lago Azul. Se na primavera temos o aparecimento do esplendor das flores, no outono temos a beleza das mutações da escala cromática das folhas. Se jogar golfe é sempre bom, por sempre estarmos num ambiente bonito, com um campo muito verde e bem cuidado, no outono e na primavera este privilégio aumenta muito nossas sensações sensoriais. E mesmo que você não seja um craque do jogo, tem que aproveitar muito estes momentos, especialmente agora que ainda sofremos as consequências da pandemia.

No PGA e LPGA Tour

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A cada semana neste primeiro semestre tem sido uma surpresa e um privilégio acompanhar os torneios. Nos últimos quinze dias tivemos três torneios incríveis no PGA e um no LPGA. E o grande destaque foi a vitória do veterano Phil Mickelson, que aos 50 anos se tornou o mais velho ganhador de um torneio major, o PGA CHAMPSIONSHIP realizado no difícil campo do Ocean Course at Kiuwah Island, na Carolina do Sul. O veterano Phil deu verdadeira aula de como se jogar em volta dos greens, nas bancas e no próprios greens. Já a grande surpresa ficou por conta do jogador espanhol John Hahm que depois de liderar de forma brilhante a terceira ronda, terminando os 54 buracos com 18 abaixo do par, foi esperado no buraco 18 pelo responsável médico do PGA, que o informou que ele seria retirado do torneio que ele liderava em 6 tacadas, uma vez que seu teste de covid tinha dado positivo e ele não poderia jogar a última volta. Na história do golfe tivemos muitas desclassificações e de até grandes jogadores, mas sempre por problemas técnicos de não observação de uma regra, mas nunca por contaminação de uma doença contagiosa. 

Já no LPGA tivemos nos dias 3 a 6 de junho, o 76º US Women’s OPEN Championship, vencido pela jovem Tailandesa de 19 anos Yuka Saso, no terceiro buraco de desempate contra a também jovem japonesa de 22 anos Nasa Hataoka. A grande surpresa ficou por conta da bela americana Lexi Thompson, que liderava por 4 tacadas no terceiro dia, e no na última volta entrou em colapso técnico nos últimos 9 buracos. Não podemos esquecer que a Thompson só tem 26 anos, e que em 2012 com apenas 15 anos foi a rookie of the year. Mas eu particularmente gostei de dois momentos dos comentários da Yuka Sato, que nós amadores devemos prestar atenção e praticar. O primeiro deles, foi o comentário dela do diálogo dela e o caddie no buraco 1 do último dia, que ela começou com um bogie e jogando com a Lexi Thompson que fez um birdie, ficara naquele momento com 6 tacadas atrás da americana. Ela chateada pelo mal começo ouviu do caddie “calma continue jogando tem muito buracos pela frente”, e foi o que ela fez. Nós amadores muitas vezes nos perdemos por querer resolver um jogo nos dois ou três primeiros buracos, e esquecemos que a volta tem 18 deles. O outro detalhe que achei bem interessante, foi ela ter afirmado que viu dezenas e dezenas o vídeo com o swing do Rory McIlroy, pois como todos sabem que ele tem um dos melhores e mais modernos swing do tour, ela que queria aprender algo de novo para adaptar ao seu swing. 

Os mestres também erram

Nós amadores sempre nos chateamos demais quando fazemos umas jogadas demasiadamente ruins, segundo nosso julgamento constante, por isto decidi colocar nesta edição um vídeo com as jogadas malfeitas dos profissionais do tour. Vejam que tem todo tipo de erro, e não para aliviar nossas tensões é para provar que o golfe exige sempre todo o cuidado e concentração nas jogadas. Eu tenho um amigo, que diz como mantra para ele se concentrar que o putter vale tanto quanto o drive ou um tiro da banca. 

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