Master é sempre Master

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A edição número 85 do Master, mesmo durante a pandemia voltou para o mês de abril, e ocorreu entre os dias 8 a 11 últimos, com grandes expectativas, e não decepcionou os amantes do golfe. Apesar de algumas surpresas nos dois primeiros dias, com a não passagem no corte, do Dustin Johnson, atual numero um do mundo e  “defending champion” e do Rory Mcillroy, que todos estavam aguardando uma grande apresentação. Especialmente no “moving Day” que sempre ocorre no terceiro dia do torneio, e desta vez no dia que se comemorava o dia do golfista (10 de abril). Com uma interrupção por mal tempo de mais de 1:15 h, a rodada que sempre trás muita emoção, desta feita trouxe uma pitada extra, uma vez que os jogadores encontraram na volta um novo campo. Os greens que estavam correndo muito no terceiro dia como no primeiro, após a chuva ficaram menos velozes e recebendo melhor, ai os jogadores começaram a bater no campo, e os birdies começaram aparecer. E o que melhor aproveitou foi o japonês Matsuyama, jogando seis abaixo nos últimos nove buracos. Esta vantagem foi tão importante que o levou a ser o primeiro japonês a ganhar um Master no último dia por uma tacada. E como Master é sempre Master, tivemos mais duas surpresas que merecem destaque, uma negativa do jogador americano de 27 anos Xander Schaufelle, que conseguiu chegar apertar o Matsuyama, pois fez 4 birdies em seguida no ultimo dia, nos buracos 12, 13, 14 e 15, e por uma tacada errada de ferro 8, no buraco 16, acabou fazendo um triplo bogey no par 3.  E outra surpresa, muito agradável, que foi o segundo lugar do jovem americano Will Zalatoris, de 24 anos, na sua primeira aparição do torneio. Demonstrando além de um jogo seguro (ferros médios impecáveis, que me fez lembrar o saudoso Gene Littler) e um poder mental extraordinário. Mais um da nova geração a ser acompanhado de perto. E por fim neste ano, a grande ausência sentida sem duvida foi do Tiger, ainda se recuperando do terrível acidente de fevereiro ultimo.

PGA e no LPGA TOUR

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Dois fatos dignos de nota no PGA (homens) e no LPGA (mulheres), no fim de semana de 15 a 18 de abril ultimo. No masculino a vitória inusitada do veterano americano de 47 anos, Stewart Cink, que levou este torneio do RBC Heritage , realizado na Carolina do Sul pela terceira. E no feminino a vitória com o score incrível de 28 abaixo par da Neo Zelandesa de 23 anos Lydia Ko, no Lotte Championship, realizado no Havai. Recorde histórico tanto no feminino como entre os homens.

Literatura, reflexões e pensamentos no golfe.
Nesta edição eu gostaria de prestar duas homenagens, uma póstuma a um dos melhores professores de golfe do mundo de todos os tempos Manuel de La Torre e a outra a um jovem talento do golfe brasileiro que tenho prazer de acompanhar desde os 5 anos de idade.

Do professor De La Torre, registro aqui uma frase dele que sempre me motivou “A maioria das pessoas se concentra no corpo e na bola, e não nenhum deles produz consistência. A ênfase do swing de golfe deve ser no taco de golfe. Tudo o resto que acontece é resultado direto do movimento do taco”.

Agora vamos a uma história que aconteceu no dia 06 de abril ultimo, com o melhor amador brasileiro da atualidade, Guilherme Grimberg (Gui), que se não fosse a pandemia já estaria treinando na universidade americana que o contratou, e que vem mantendo o seu ritmo forte de treinamento no Lago Azul Golfe Clube, um dos melhores campos de golfe do país hoje em dia. E para dar a autenticidade devida à história, transcrevo aqui o hole in one que ele fez num buraco de 180 jardas, nas palavras do autor da façanha.

 “Putz, foi animal! Estávamos na segunda volta, eu jogando e ela me acompanhando de cart (a namorada dele). Chegamos no buraco 15, eu falei pra ela vai para o green filmar, a bandeira está bem na parte de baixo na bacia, vai que eu dou sorte e emboco. Dei um tiro bom de ferro 7, vento um pouco da esquerda para direita. A bola saiu na linha da bandeira mas o vento levou umas 2 jardas para a direita, acabou dando sorte e pingando para esquerda, subiu o morro e voltou certinho no buraco. Nem eu acreditei! “.

Vejam o vídeo anexo que comprova os detalhes dado pelo autor. Parabéns Gui e que você continue treinando muito para em breve estar jogando os principais torneios do mundo.

Cuidando da saúde dos golfistas

Nesta edição a fisioterapeuta Rossana Quessa, especializada em atendimento na saúde dos golfistas, apresenta no vídeo anexo como fazer a manutenção da flexibilidade em tempos de pandemia, fato  tão importante para o bom swing dos jogadores.

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