Ácido Fólico: essencial na gestação, mas precisa de cuidado

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Os cuidados ao suplementar ácido fólico durante a gravidez são essenciais para manter a saúde da mãe e do filho!

Essa suplementação é altamente indicada para boa parte das mulheres desde o momento em que decidem engravidar. A ingestão da substância reduz em até 75% o risco de má formação do tubo neural,ajudando na prevenção de anencefalia e da meningomielocele que apresentam como consequências paralisia de membros inferiores, incontinência urinária e intestinal nos bebês, e diferentes graus de atraso mental e dificuldades de aprendizagem escolar nos casos da meningomielocele e a incompatibilidade com a vida no caso da anencefalia.

Essa vitamina, por ser vendida em farmácias comuns, muitas vezes é consumida sem prescrição.

As gestantes acabam tomando porque a amiga usou e disse ser importante, ou porque em uma gestação anterior tiveram recomendação médica e acreditam continuar sendo necessário… entre outros fatores.

Mas, o que é o ácido fólico?

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O ácido fólico é uma vitamina do complexo B. Para exercer a sua função na prevenção dos problemas relacionados ao tubo neural do bebê, a recomendação é que a suplementação comece 3 meses antes da mulher engravidar.

Por isso, assim que o casal decide ter um filho, é preciso conversar com profissionais de saúde sobre a possibilidade e necessidade de suplementar o ácido fólico.

O seu médico precisa verificar quais são os níveis ideais de ácido fólico para você de acordo com a sua fisiologia. Já o nutricionista fica responsável por incluir o ácido fólico por meio da alimentação, podendo, também, utilizar a suplementação.

O ácido fólico é abundante nas folhas verdes escuras, como agrião e espinafre, e em grãos como feijão e lentilha. No entanto, dificilmente a gestante consegue consumir toda a quantidade necessária do ácido fólico, necessitando uma suplementação individualizada.

O bebê precisa de uma forma mais ativa da vitamina que se forma a partir do ácido fólico, que se chama folato. Muitas mulheres contam com mutação em uma enzima chamada MTHFR que é responsável por converter o ácido fólico em folato. Ou seja, se a gestante for suplementada com o ácido fólico e ela tiver essa mutação na enzima MTHFR ela não o converterá em folato, tendo um acúmulo de ácido fólico e a deficiência do folato.

Por isso, as mulheres com alteração nessa enzima não são capazes de fazer a conversão do ácido fólico para o folato e o bebê continua com os mesmos riscos de má formação.

Além disso, o excesso de ácido fólico pode oferecer prejuízos à própria mulher, como o desenvolvimento de trombose. Por isso, suplementar apenas a dose recomendada pelos profissionais que acompanham a sua gestação é fundamental!

Por mais importante que seja o ácido fólico, jamais deve ser consumido de forma indiscriminada. Em primeiro lugar, para saber a dosagem certa. Em segundo, para saber se pode ser com o ácido fólico ou se é preciso usar o metilfolato. Converse sempre com seu médico e com seu nutricionista.

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